O impacto do Covid-19 para os clubes portugueses

O impacto do covid-19 nos clubes portugues

O futebol, como os restantes espetáculos com presença de público, foi uma das áreas mais afetadas pela pandemia. A Comparamais procurou saber quais as consequências para os clubes da Liga NOS, e para isso pedimos a ajuda da FinanceFootball, site especializado nas finanças do desporto-rei. E a conclusão é que o impacto da Covid-19 nos clubes portugueses se faz sentir de diversas formas e, provavelmente, vai prolongar-se durante os próximos anos…

Um dos primeiros setores que sofreu com a pandemia de coronavirus foi o futebol. Logo no dia 12 de março, ainda antes de ter entrado em vigor o estado de emergência nacional, foi decretada a suspensão das competições. E, já que duas das maiores receitas neste desporto são as receitas de TV e de bilheteira, diretamente relacionados com a realização de jogos, fica imediatamente claro o forte impacto do Covid-19 nos clubes portugueses. Basta recordar que a Altice suspendeu o pagamento das transmissões televisivas durante a pandemia.

Para saber os números certos sobre a fatura que o Coronavirus passou aos clubes da Liga NOS, pedimos ajuda do site FinanceFootball, especializado nas questões financeiras do futebol. Veja agora as contas e descubra o impacto do Covid-19 nos clubes portugueses, ao nível das suas contas e também da estratégia para o futuro

Quais as principais medidas tomadas no futebol por causa do Covid-19?

Por se tratar de um desporto de massas o futebol foi das primeiras atividades a parar em Portugal. Por um lado havia o perigo de um contágio alargado das pessoas. Afinal, há adeptos nas bancadas que se abraçam nos golos, gritam a criticar decisões de jogadores e árbitros e ainda pelo convívio que muitos fazem antes e depois dos jogos. Além disso, para os próprios jogadores também havia perigo. Basta recordar que o futebol é um desporto de contacto onde é elevado o risco de um jogador infetado passar a doença a outros colegas de equipa e adversários.

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Por causa destes constrangimentos, existia um perigo para a saúde pública caso fossem realizados os jogos das 10 jornadas que faltavam da Liga NOS. Isso levou à suspensão do campeonato, bem como de todas as divisões inferiores do futebol de séniores e ainda dos escalões de formação. Estas medidas foram tomadas no dia 12 de março, ainda antes de ser decretado, a 16 de março, o Estado de Emergência em Portugal. 

Dois meses sem futebol…

Enquanto decorreu o período de confinamento foi decidido que, com excepção da Liga NOS, todos os restantes campeonatos estavam terminados. Uma medida que, por exemplo, também se estendeu ao andebol, futsal, basquetebol e voleibol. Afinal, estas são outras modalidades desportivas onde existe uma elevada proximidade entre os atletas.

Mais tarde, quando foi definido o calendário de desconfinamento, decidiu-se que o futebol poderia regressar, para disputar as 10 jornadas finais. E o regresso do futebol está marcado para o início de junho. Mas ainda não está definido o novo calendário nem quais os estádios que vão receber todas as equipas.

Restrições nos regressos dos clubes aos treinos
Testes aos atletas e dividir os jogadores em pequenos grupos de trabalho são algumas medidas decretadas no regresso dos clubes ao trabalho
Regras especiais…

Foram, no entanto, colocadas restrições para o regresso do campeonato. A mais impactante das medidas é a ausência de público das bancadas. Além disso, os jogadores são submetidos a sucessivos testes, para garantir que nenhum deles está infetado com Covid-19. E, por precaução, estão proibidos determinados comportamentos ‘pouco higiénicos’.

Contudo, o anúncio do regresso do futebol permitiu o regresso dos clubes ao trabalho. Numa primeira fase com as equipas divididas em grupos mais pequenos de jogadores e apenas a partir de meio do mês de Maio com todos a trabalharem em conjunto.

Veja quanto custa ver futebol na TV nos principais países europeus

De que forma perderam receita os clubes portugueses?

Os dados revelados pela FinanceFootball relativos às fontes de receitas das equipas permitem perceber claramente que existe um forte impacto da Covid-19 nos clubes portugueses. Retirando da equação as receitas com a venda de passes de jogadores, a transmissão de jogos na TV é a principal fonte de receitas dos clubes, representando 32% de todo o dinheiro que recebem. Logo, a suspensão do pagamento destas verbas pela Altice representa um grave problema.

As fontes de receita dos clubes portugueses
A televisão é a principal fonte de receita do futebol português e, como tal, a suspensão da Liga e dos pagamentos da Altice representou uma má notícia. Também o merchandising e sponsorship (24% das receitas), e a bilheteira (15%) foram afetadas pelo Covid-19

Depois surgem as receitas comerciais e de sponsorship (24%), também afetadas pela pandemia, os proveitos da UEFA (20%, e limitados aos clubes que disputam as competições europeias). Por sua vez, a bilheteira representa 15% dos proveitos das equipas. 

Origem das receitas dos clubesValor da receita
Transmissões televisivas140 M€ (32%)
Receitas Comerciais e Sponsorship105,6 M€ (24%)
Competições Europeias / UEFA88 M€ (20%)*
Bilheteira66 M€ (15%)
Outras Receitas35,2 M€ (8%)
* Receitas apenas para os clubes que participaram nestas provas

A FinanceFootball explica que “a própria Liga estima uma perda de receita entre 350 milhões e 400 milhões de euros. É fácil de perceber como a pandemia afetará os clubes: sem jogos não há possibilidade de obterem receitas relativas aos direitos de transmissão televisiva ou patrocínios”.

Mesmo o regresso do campeonato não representa um total regresso à normalidade, já que “os clubes vão recuperar receitas da televisão, mas continuar privados das receitas de bilhetes. Depois, há outras dimensões que ainda não estarão certamente estimadas: a capacidade das empresas investirem em sponsorship e ainda o mercado de transferências”. 

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Receitas televisivas são essenciais para os clubes

Segundo explicam os nossos interlocutores, o regresso da competição é vital para a sobrevivência dos clubes. Porque, caso contrário, os clubes “perdem uma fonte de receita importante de um momento para o outro, e deixam de arrecadar uma verba que serviria para pagar rubricas do dia-a-dia, como salários aos jogadores e funcionários e outros compromissos imediatos como contas da eletricidade, água, etc”.

Por isso, a FinanceFootball explica que sem a transmissão de jogos na TV, existe “maior pressão na gestão de tesouraria dos clubes”. Algo que está até associado à tomada de medidas pelos clubes como “ aderirem ao lay-off e proporem um corte temporário dos salários dos jogadores. Tratam-se sobretudo de decisões de gestão de tesouraria, do dia-a-dia”. Ou seja, soluções para os clubes conseguirem cumprir as suas obrigações financeiras.

Receitas de TV abaixo da média europeia

Apesar de tudo, Portugal nem é dos países onde há maior dependência das receitas da TV. “A televisão é a principal fonte de receita dos clubes em toda a Europa: 40%, segundo os últimos dados da UEFA relativos a 2018. A Liga portuguesa está abaixo da média europeia (32%)”, o que ainda assim representou cerca de 140 milhões de euros distribuídos pelos clubes ao longo do último ano.

Jogos sem público… perda total da bilheteira

O melhor exemplo de que os clubes não vão recuperar todas as suas fontes de receita é, provavelmente, a venda de bilhetes para os jogos. “As receitas de bilheteira representam 15% do volume de negócios.”, recorda a FinanceFootball. Um valor que ascende aos 66 milhões de euros.

“Não sendo a principal fonte de financiamento, é uma receita importante do ponto de vista da tesouraria: muitos clubes utilizam estes montantes para pagar os salários e prémios de jogo”. Como tal, será necessário reajustar os gastos ou encontrar novas fontes de financiamento para obter estas verbas…

Bilheteira gera desequilíbrio entre clubes

O site especializado em finanças do mundo do futebol destaca ainda outro facto. Recordando que é principalmente quando recebem os ‘grandes’ que as equipas pequenas conseguem as melhores receitas de bilheteira, a interrupção do campeonato e os moldes para o recomeço criam um desequilíbrio entre clubes. “Para quem ainda vai receber um dos três grandes, a realização de jogos à porta fechada vai representar uma importante perda de negócio e terão de encontrar outra forma de reequilibrar o orçamento da época”.

Regresso aos relvados terá restrições por causa do Covid-19
A ausência de público nas bancadas, o distanciamento nas celebrações dos golos e a testagem intensiva dos jogadores são algumas das regras para o regresso da Liga NOS

Além disso, “sem jogos e as lojas fechadas, os clubes perderam aqueles que são os principais clientes: os adeptos de futebol. A estratégia aqui (como para outros negócios) passa por aprofundar o e-commerce para manter a ligação aos fãs” como forma de reequilibrar os montantes recebidos nesta rubrica dos seus orçamentos.

E as receitas com transferências?

A FinanceFootball considerou ainda como o impacto da Covid-19 nos clubes portugueses se vai fazer sentir também no mercado de transferências. Basta verificar que na última temporada elas renderam 270 milhões de euros aos clubes. Ou seja, estas verbas superam 50% do valor arrecadado com todas as outras fontes de receita, cerca de 440 milhões de euros.

E a realidade neste campo é bastante negra. “Os clubes portugueses serão dos mais afetados nessa dimensão. Os últimos dados dizem-nos que são os que mais dependem do mercado de transferências em termos europeus”. Como tal, a desvalorização dos passes será também um dos motivos para a reformulação da estratégia. 

Covid-19 deve reduzir os gastos com transferências
Até que sejam superadas as consequências do Covid-19, espera-se que as transferências entre jogadores sejam feitas por valores mais baixos
Adeus às transferências milionárias…

“A desvalorização dos passes é uma consequência natural da suspensão das competições e das novas circunstâncias financeiras de maior restrição em redor dos clubes de futebol”, explica a FinanceFootball. E, por isso, “muito provavelmente não voltaremos a ter transferências milionárias como a protagonizada por João Félix (120 milhões) tão cedo. Pelo menos até haver um reequilíbrio das contas deverá imperar a disciplina financeira”. 

Utilizando os dados publicados pelo TransferMarket, site especializado na avaliação dos passes dos jogadores, os nossos interlocutores deixaram valores que mostram o impacto desta realidade. Os números apontam para “uma desvalorização dos plantéis nacionais na ordem dos 20% desde o início do ano, cerca de 200 milhões de euros. É basicamente a avaliação que o Transfermarkt dá ao plantel do FC Porto, o que mostra o impacto sério que a suspensão da competição teve”. 

O impacto do Covid-19 nos clubes portugueses e nas transferências

Esta situação terá impacto no mercado de transferências de duas formas. Quem queira vender os jogadores, terá de baixar o preço que pede. Por outro lado, quem quer comprar terá menor disponibilidade financeira, o que significa que quer pagar menos.

Considerando tudo isto, apesar dos passes terem desvalorizado 20%, é possível que a quebra nas receitas com transferências seja superior. Ou seja, os negócios poderão fazer-se por valores inferiores aos 20% da descida no valor dos passes. Até porque, refere a FinanceFootball, “estaremos a falar de um ajustamento do mercado não só em Portugal mas em toda a Europa”.

A quebra nesta fonte de rendimentos “terá implicações naturalmente naquilo que será a gestão dos clubes, mais no sentido da redução da estrutura de custos para fazer face a uma quebra expectável nas receitas com transferências”. Por isso “o passo mais lógico será apostar nas camadas jovens, procurando-se otimizar os recursos internos”.

O impacto da Covid-19 nos clubes portugueses foi igual para todos?

Segundo a FinanceFootball, “não há dúvidas de que a suspensão da Liga afetou todos os clubes”. No entanto, afirma que é difícil perceber, nesta fase, se os emblemas de maior dimensão (SLB, FCP, SCP e SCB) sofreram mais que as equipas pequenas. E isso explica-se por uma consequência secundária do Covid-19.

Desvalorização dos passes dos jogadores
A quebra no preço dos passes dos jogadores pode ser uma das principais consequências negativas para os maiores clubes da Liga NOS

“Os grandes costumam realizar encaixes financeiros importantes no mercado de transferências, é algo que tem permitido aos maiores clubes portugueses aproximarem-se do topo do futebol europeu em termos financeiros e desportivos”. Uma vez que também o valor dos passes dos jogadores foi afetado, alguns clubes de maior dimensão podem, se quiserem manter inalteradas as receitas com as transferências, ser obrigados a vender mais jogadores. 

Estratégias distintas entre os grandes…

Mesmo entre os grandes, a FinanceFootball explica que o Covid-19 terá efeitos distintos. “Não serão similares até porque cada clube tem a sua própria dimensão, apresentam estruturas económico-financeiras diferentes”.

Isso também ajuda a perceber estratégias distintas. Por exemplo, o Porto e o Sporting avançaram para o lay-off, mas o Benfica não tomou esta medida. E o Braga, também aliviado financeiramente depois de ter  acordado a transferência de Francisco Trincão para o Barcelona em janeiro (a maior venda da sua história, por 30 milhões de euros) optou apenas por uma cativação de 50% dos salários. Este valor será pago quando regressar a competição. 

Agir no curto e no longo-prazo

Mas as dificuldades de tesouraria dos clubes nacionais obrigaram já as administrações a reagir. Além do lay-off, “já estamos a assistir a várias decisões a curto prazo. Tivemos clubes que já renegociaram contratos com os jogadores e temos renegociações de dívidas em cima da mesa”. Um exempo disso é o empréstimo obrigacionista de 35 milhões do FC Porto que vencia em junho, e que deve ser pago apenas em 2021.

Também a visão dos clubes a longo-prazo deve sofrer mudanças. “Em relação à componente estratégica, talvez os clubes ainda estejam a avaliar a verdadeira dimensão do problema. Ainda não há muita visibilidade e ninguém sabe como a pandemia vai evoluir nos próximos meses. Ainda assim, já vimos algumas movimentações nesse sentido”.

Camadas jovens são uma solução

“O Sporting já anunciou que vai reforçar a aposta na academia. Outros clubes deverão seguir as mesmas pisadas”, explica a FinanceFootball. O clube verde e branco tem planos para investir 12 milhões de euros na sua Academia de Alcochete, para expandir campos e outras melhorias das infraestruturas. 

Neste ponto há que destacar que os clubes portugueses estão bem posicionados. O Sporting tem um histórico imenso na formação, o Benfica tem conseguido centenas de milhares de euros em receitas com jovens formados no clube, o Porto conta nos quadros com muitos jovens que venceram a Youth League.

Além disso, outros clubes como o Braga, o Guimarães e o Marítimo têm feito subir às equipas principais diversos jogadores jovens, formados localmente ou com passagens pelas suas equipas B. Tapsoba (18 M€), dos vimaranenses, e Trincão (30 M€), dos bracarenses, são exemplos de como clubes de menor dimensão também podem fazer transferências milionárias com a aposta em jogadores jovens.

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O impacto da Covid-19 nos clubes portugueses para o futuro

No futuro mais imediato, com o regresso da competição, as notícias são boas para os clubes. Porque, explica a FinanceFootball, se o campeonato fosse suspenso “seria pior para os clubes porque perderiam as receitas provenientes dos direitos de transmissão dos jogos”, a sua principal fonte de rendimentos.

Mas há que contar com as quebras em outras receitas. Em primeiro lugar com a bilheteira, que não será recuperada. Mas, além disso, com a ausência de proveitos de merchandising e outras áreas, devido a dois meses em que as lojas estiveram fechadas.

Reconhecendo que “é muito difícil fazer essa previsão na medida em que cada clube terá impactos diferentes e partem de cenários distintos”, há alguns dados que são já claros. Desde logo as receitas com transferências de jogadores serão menores. Depois, ainda não é garantido que a próxima época comece com jogos abertos ao público (pelo menos com parte dele…), pelo que não se podem também contabilizar estas receitas.

Reajustamento à vista…

Daí que no futuro se deva contar, pelo menos, com duas medidas de reajustamento da contabilidade dos clubes. Em primeiro lugar haverá uma contenção de despesas. Algo relacionado, por exemplo, com a quebra no mercado de transferências. Isso “terá implicações naquilo que será a gestão dos clubes, mais no sentido da redução da estrutura de custos para fazer face a uma quebra expectável nas receitas com transferências”.

Mas há uma outra medida que até pode vir a ter efeitos positivos, e que passa pelo reforço da aposta nas camadas jovens. Nos últimos anos esta estratégia tem dado resultados positivos, por exemplo para o Benfica. A ascensão de jovens à primeira equipa, além de poder gerar receitas com as futuras vendas, também permite evitar gastos com compras de jogadores.

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Por exemplo, na defesa do clube encarnado esta época têm sido titulares três jovens formados no clube. E também no Porto e Sporting há casos de sucesso. Por exemplo, o ponta-de-lança André Silva, formado nos azuis e brancos, ou jogadores como Gelson Martins e William Carvalho, que estiveram em Alvalade, recentemente renderam milhões aos cofres.

As informações do FinanceFootball permitem perceber que, por causa do impacto do Covid-19 nos clubes portugueses, haverá uma redução das despesas, menores gastos com transferências e ainda um maior aproveitamento dos recursos internos. Medidas cujo impacto na competitividade interna, e também a nível europeu, apenas poderá ser analisado a longo-prazo…

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